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Live in Bar do Tuco

Inicialmente, eu gostaria de agradecer imensamente todas as pessoas que leram, e gostaram do artigo sobre o Bar do Mau. Pensando nesse assunto de bandas underground, irei escrever sobre um outro episódio acontecido com minha ex banda Lost Hell.

Esse aconteceu a uns 3 anos atras, a cidade estava sendo prestigiada por um novo bar, um bar que prometia trazer novas bandas, e dar um espaço merecido ao povo metaleiro de Piracicaba. O dono do bar, o Tuco, havia reformado seu bar, tinha um espaço e a primeira banda que iria tocar no bar, era, claro, o Lost Hell.

Estamos afoitos! Ser uma banda convidada era incrivel. Já tinhamos feito o nosso banner, era bonito, tamanho de uma porta de 2 metros e ele estava pinturado na parede do bar, chamando atenção que naquela noite, o Lost Hell iria tocar o melhor do Heavy Metal.

Eu nunca tinha visto o bar pessoalmente... Mas, enfim... (risos) Após ficarmos 1 hora procurando o bar, chegamos ao nosso destino. A minha primeira impressão, foi que tinhamos chegado na casa do Tuco (dono do bar) mas na verdade ERA o bar mesmo. É claro que já existiam algumas pessoas no local como; os flanelinhas da rua Governador (principal rua de Piracicaba). Aquilo estava bonito pq, eu nunca pensei em tocar para os flanelinhas mais conhecidos de Piracicaba.

Bom, nao tinha ninguem lá... Nenhum conhecido, ninguem. Apesar, se existisse alguem, não iria caber mesmo, o local era 3x2 metros! hehehehe Mas quase desistindo de tocar lá, chegaram um pessoal nota 10, que incentivaram a gente tocar. Não pensamos duas vezes, montamos todos os equipamentos, umas 10 pessoas estavam lá. Com fogos nos olhos e esperando a gente quebrar o mini-bar.

Foi um show tão legal, porque, no momento que eu não conhecia quase ninguem naquele bar, foi um show gostoso e sabiamos que 100% do pessoal que compareceu, estava lá para prestigiar a banda. Foi uma honra mesmo!

Um outro momento para se guardar... Estava fazendo backin' vocal naquele dia, mas ainda bem que um amigo nosso se prontificou para fazer. Slvou minha pele, nao gosto de berrar no microfone... hehehehehe

O que vc pensa a respeito das bandas covers?

Eu gosto
40,00% (26 votos)
Não gosto
6,15% (4 votos)
Prefiro com som próprio
53,85% (35 votos)
Total: 65 votos

         Hoje o Projeto Musica Total (PMT) superou mais um obstáculo desde a sua existência; realizou a primeira palestra juntamente a um projeto social. O que era de se esperar, o PMT é ligado a um caráter social, que atualmente está vinculado com o Projeto Integração e Cultura (PIC), e tem por responsabilidade levar temas relacionados à música, com uma abordagem simplificada para crianças e adolescentes que não tem condições de ter essa abordagem em escolas, ou até mesmo por vontade própria. Dessa maneira, a música melhora o aprendizado escolar, e desperta o lado artístico, o qual ajudará não tanto as crianças, mas adultos, adolescentes, a melhorar o poder de concentração, disciplina, atenção e raciocínio.

A primeira associação a receber a palestra sobre Cultura, Mídia e Tecnologia, foi a Associação Santa Rita de Cássia. Um orfanato somente de meninas de todas as faixas etárias. O meu público para a palestra foi de meninas de 08 até 15 anos.

A abordagem do tema citado foi da maneira mais clara possível, para que todas pudessem entender o que se passa em nossa volta, e para o meu espanto, diversas meninas de manifestaram de forma positiva, e com o passar da palestra, foram se soltando mais. Inicialmente posso dizer que foi complicado, não por estar nervoso, e sim, por tentar criar um vínculo com pessoas desconhecidas e, como o passado delas não é o melhor, sentem envergonhadas com pessoas diferentes em seu ambiente.

Eventualmente, a pequena platéia tornou-se única, demonstrando interesse aos poucos, mais pensativa, algumas distrações óbvio, porém ficaram atentas com meus assuntos sobre a forma de comunicação dos tempos primários até atuais; o poder que a mesma exerce na vida do ser humano e como também a tecnologia pode aumentar ou também bloquear esse requisito. Ainda comentei sobre a importância da leitura, e de termos consciência da valorização da arte no nosso cotidiano: Música, pintura, dança, teatro, cinema etc.

Aproximadamente uma hora e meia, terminei meu discurso comentando da influência negativa e positiva da televisão, dando margem às idéias que vinham surgindo das meninas. Digo aqui, em primeira mão, que foi uma experiência única que com certeza espero fazer muitas outras. Agradeço a pessoa responsável por ter fé no Projeto Música Total, Cecília Vilasboas, organizadora do Projeto Integração e Cultura, que se 10% seguissem seus passos, o mundo hoje com certeza estaria mais humano. 
Trilhas da Vida

Praticamente há 4 anos atrás, Piracicaba era representada apenas por um bar que seguia rigorosamente as tradições de chamar bandas underground do heavy metal. Intitulado pelos headbangers como “Bar do Mau...” Um bar na rua XV de Novembro (grande time de Piracicaba), com espaço para uma bateria de porte pequeno, mais alguns integrantes da banda, e se fosse possível, seus respectivos amplificadores. Para complementar o time musical, o espaço era preenchido pelo cheiro desgraçado de pinga, vomito, pessoas em estado vegetativo por posse de álcool e drogas de todos os tipos.

Nessa época, eu nunca vi um povo mais parceiro da banda Lost Hell (minha antiga banda de heavy metal). O pessoal estava lá, para prestigiar a banda nos melhores e piores shows. Pessoas que conhecíamos até pelo nome, e também, às vezes, pintava lá uns cachorros de rua que os “rockeiros” traziam. Ficava algo “nojento” que simplesmente ninguém se importava, era tudo pelo amor do Metal! Muita cerveja, muita gente bêbada... Pessoal nota 10!

Lembro de uma vez, chegando cedo para montar meu equipamento, consegui, depois de algumas horas, entrar pela porta da frente (risos) e comecei montar minha bateria. Logo após algum tempo, a banda já estava “quente” e querendo botar aquele boteco do Mau pra baixo! O cachorro preto andando de um lado para o outro desesperado, os pinguços do bar achando engraçado pessoas vestidas de preto, e indo observar o que estava acontecendo. Aquilo tava uma loucura, até que um cara conseguiu quebrar a única luz existente no extinto bar. Ninguém pensou duas vezes, compraram velas pretas e ascenderam! Aquela visão foi incrível. Quando tocamos Fear Of The Dark então, a galera pirou, fizeram roda, e um vovô muito bêbado achou aquilo demais e entrou no meio! De trás da bateria só dava pra ver o “veio” sendo jogado pra cima que nem um boneco bêbado, fedorento, todo feliz lá em cima!

A sensação que você tinha se der roubado, ou tomar um tiro no meio da testa era enorme, mas isso era o clima que o pessoal pulava e seguia em frente. Foi engraçado, porque o dono do bar, sim, o Mau, estava quebrado, e cobrou 1 real para o pessoal entrar. Acreditem, encheu o lugar! O Mau conseguiu pegar um busão para não sei onde, sumiu da cidade e vendeu seu boteco. Lembro-me muito bem de ter dado um par de baquetas autografadas, que ele tinha deixado no bar por um tempo... O boteco do Mau! (risos) Era um boteco muito porco, mas era incrível tocar lá! Dezenas (não é centenas) de pessoas te prestigiando... Sem explicações. Pessoal agitava até na hora do solo de bateria... Coisa quase impossível em Piracicaba. Sem sombra de dúvidas foi uma das melhores épocas da minha vida. Convivi com pessoas incríveis, com um público do caralho que, mesmo após anos, continuam cumprimentando! Nem visinhos fazem isso! Até mesmo “amigos”...

Bom, nunca mais tive noticias sobre o Mau... Até mesmo seu nome eu nunca descobri, apenas que ele era um cara que batalhava, abriu seu boteco de pinguços que vários metaleiros iam lá, e quebrava tudo (literalmente). Talvez ele tenha um bar em uma outra cidade, até mesmo em um outro Estado, mas isso séria uma outra história... 

Nova Enquete no ar!!!

Confiram a nova enquete no site www.projetomusicatotal.com - dê sua opinião, ela é muito importante para nós!

Qual estilo de música você mais se identifica?

Rock e derivados
60,00% (18 votos)
Jazz/Fusion
6,67% (2 votos)
Samba e derivados
6,67% (2 votos)
Blues
13,33% (4 votos)
Instrumental
10,00% (3 votos)
Funk
3,33% (1 voto)
NDA
(nenhum voto)
Total: 30 votos
www.myspace.com/cambiaghi
Portal no myspace contendo músicas inéditas! Acesse!!! www.myspace.com/cambiaghi

“Brasil gera um aumento espantoso de cópias musicais”.

 

A proliferação de bandas covers vem aumentando de forma significativa nas mídias televisivas e em bares comerciais de toda região. É surpreendente o número de jovens que copiam o trabalho de artistas já consagrados e tentam de todas as formas seguirem um rumo profissional como “cópias autenticadas” de seus ídolos. Hoje, as maiores redes musicais do mundo, vêm apoiando essa massificação com programas específicos e, para completar a situação, bares fazem questão de convocar somente bandas covers para seu público fiel, e dessa forma, todos futuros músicos já pensam em ser o próximo John Lennon Cover, Chuck Norris Cover, Rambo Cover etc.

O desejo incontrolável de suprir o sentimento de proximidade dos fãs para com os artistas ultrapassa a barreira daquilo que é real. Mistificando a idéia de personalidade musical, os artistas covers perdem a identidade e a capacidade criativa ao fazer cópias idênticas daquilo que seria apenas para se ter como referência’as quais são referenciais no cenário musical. Muitos músicos se inspiram em seus ídolos para compor uma identidade própria, porém, o que acontece com as bandas que se utilizam cópias fiéis de seus ídolos, é mascarar suas ditas habilidades tentando se igualar ao artista. Sendo apoiados pelos bares especializados e veiculados pelos meios de comunicação específicos, os artistas “plagiadores” têm suas características próprias mistificadas.

O verdadeiro cover está na capacidade de interpretar as musicas dando a elas personalidade e diferencial. Cópias são apenas uma forma de se atingir um público carente de ídolo.

A cantora mineira Ana Carolina, em seu álbum Perfil, interpreta algumas músicas de Chico Buarque, dando a elas uma nova roupagem. Tendo como exemplo a musica “Retrato em Branco e Preto”, que se trata de uma música leve e que na interpretação da cantora transformou-se em uma levada energética. Ana conta que algumas pessoas chegaram a achar que a música era de sua autoria pela forma irreverente com que ela interpreta a canção.

Os intérpretes que se julgam cover “dos pés a cabeça” desterritorializam seus ídolos uma vez que copiam suas características e até mesmo sua “viceralidade” musical.

Ser cover não se subentende em cópia e sim em formas de influências. É cabível aos idealizadores de projetos cover viabilizar essa vertente a fim de criar novos músicos. Sendo diferente, a repetição fica inevitável, ocorrendo assim o massacre do original e da criação de novas influencias.

Nettão Cambiaghi e Nathalia Gregolin

Você sente falta de palestras sobre instrumentos, música em geral, ou assuntos sobre a profissão do músico?
Sim  74,07% (20 votos)
Não 3,70% (1 voto)
Isso não tem necessidade na minha opinião 3,70% (1 voto)
Dificilmente acontece na minha cidade  18,52% (5 votos)

Total: 27 votos

Coral Universitário faz apresentação em homenagem aos anos 30

O coral “Apepú-Yamí” da UNIMEP leva mais de 500 pessoas ao teatro no último sábado.

 

 

Homenageando os anos 30 com o espetáculo musical “PEGA-RAPAZ”, o Coral universitário Apepú-Yamí da Universidade Metodista de Piracicaba, existente há seis anos, se apresentou no dia 23 de setembro, sábado, no Teatro Municipal “Dr. Losso Netto”.

            O espetáculo, que contou com um repertório repleto de “pérolas” que marcaram a época tais como “Carinhoso”, de Pixinguinha e “Tai”, grande sucesso na voz de Carmem Miranda, fora de sucesso garantido. “Esperávamos um público mais velho, mas nos surpreendemos ao vermos um numero significante de jovens na platéia”, conta a fundadora e maestrina do coral Helen Luce Campos Sanches. 

            Desde 1º de março de 2000, o coral universitário movimenta as atividades culturais da universidade. Para coordenar as manifestações culturais da UNIMEP existe o Núcleo Universitário de Cultura. Funcionando há 20 anos, o NUC está à frente no apoio aos grupos corais dos três campi da universidade, bem como aos grupos teatrais e outros manifestos que veiculam a cultura dentro do ambiente universitário. “É necessário uma universidade, tendo ela verba ou não, apoiar manifestações culturais na cidade ou no próprio campus. A defasagem da cultura em qualquer universidade vem sendo aumentada pela falta de incentivo dos próprios organizadores e também, da própria universidade”, diz Oswaldo Cambiaghi Netto, músico profissional e estudante do quarto semestre de Publicidade e Propaganda da UNIMEP. E ainda completa: “O espetáculo de sábado foi maravilhoso. Acho muito importante esse conhecimento musical histórico na formação do indivíduo, pois a cultura de um país é contada a partir de sua história. Seria de grande valia se houvesse mais apresentações como esta em lugares diversos e com outros temas importantes”.

Atualmente, composto por 54 coralistas, entre eles alunos, professores e pessoas da comunidade o objetivo principal deste coral é interagir com a população levando cultura para todos.

            “A integração da comunidade nos movimentos culturais da universidade é de extrema importância uma vez que a cultura é algo secundário nos dias corridos de hoje”, afirma o aluno do segundo semestre do curso de Publicidade e Propaganda da UNIMEP, Pedro Luis Romera de Oliveira, também atuante no coral como tenor.

            Contando com um público a cerca de 500 pessoas, o coral universitário mais uma vez marcou presença neste sábado, como fez na comemoração de 40 anos do coral da UNICAMP no dia 25 de agosto deste ano, onde fora aplaudido de pé.

            O espetáculo “PEGA-RAPAZ”, bem como as outras tantas apresentações marca a entrada de Piracicaba no cenário cultural. Buscando interagir com a cultura, Piracicaba e região ainda engatinham rumo ao esclarecimento cultural, mas se continuar nesta direção, estará indo para o caminho certo.

Natalia Gregolin - http://jornalistasemcausa.blogspot.com/

Em sua cidade, as bandas com apresentações ao vivo estão satisfazendo a necessidade pública? Ou seja, existem bares contratando músicos para tocar na noite?

Sim
38,78% (19 votos)
Não
16,33% (8 votos)
Pouco
22,45% (11 votos)
Não gosto de bandas ao vivo
22,45% (11 votos)
Total: 49 votos

Regidos pelo poeta mudo 

 

Enquanto chora o violão eu penso. Penso nas alegrias, na vida que passa sem que ao menos déssemos conta. Penso nos dedos do violonista que corre pelas cordas entoando um sentimento indescritível, nada se sabe sobre a vida do poeta mudo, que utiliza a voz de dentro e não aquela conhecida voz das palavras.

E viajo junto com ele enquanto um cigarro queima esquecido no cinzeiro. Seriam das noites frias e insones que viriam à inspiração para se dizer de amor ou ódio sem dizer uma palavra sequer? Ou viriam de dentro de uma caixa que o compositor guarda dentro do seu violão junto com as lembranças?

Nada se sabe sobre o poeta mudo, sobre o poeta que sem as palavras que não fazem a menor falta diz mais do que se usassem tantas mil. Não se sabe da dor ou da alegria que sentia ao dedilhar doces palavras mudas no seu violão.

O sentimento do instrumento invade meu ouvido como se quisesse reger as batidas do meu coração, me conta histórias tristes e alegres, histórias de amor e ódio, basta eu me permitir ouvir e entender da maneira que me for propícia neste momento.

          O chiado do velho vinil me faz refletir sobre quão velho é o sentimento. Alguns anos se passaram e ao ouvir os típicos “chiadinhos” que se confundem com as notas penso que o tempo jamais desvirtuará o caminho do amor, do ódio, da alegria ou da tristeza. O sentimento não envelhece, com o tempo torna-se mais belo e fortalecido, com capacidade de diversas interpretações e formas de se sentir. Sentir aqui também com a conotação de ouvir, ouvir a voz de dentro que conduz a trilha sonora de uma vida toda. Como as notas daquela bela música que tudo diz sem mencionar uma única palavra, levemos assim nossas vidas, entreguemo-nos nas mãos do compositor e deixemo-nos levar sendo entendidos facilmente.

Nathalia Gregolin - http://jornalistasemcausa.blogspot.com

Teste realizado no site do Projeto Música Total.

Em sua cidade, a cultura musical satisfaz suas expectativas?


Muito - 7,14% (1 votos)

Regular - 14,29% (2 votos)

Pouco - 78,57% (11 votos)


 

A música na arte da comunicação

 

 

            Tento como ponto referencial a valorização estética empresarial a nível de mercado econômico, isto é; hoje grandes publicitários investem em diferentes meios de comunicação para construir uma Marca registrada que, posteriormente, se tornará algo valioso no processo de venda e persuasão ao consumidor.  A Áudio Marca representa uma dessas ferramentas que, se bem construída, pode agregar um aumento significativo ao anunciante, com uma possibilidade de associar a sonoridade com o produto imposto no mercado.

            Com o mundo num avanço de globalização, já temos diversas expectativas a respeito de uma visão mais marxista sobre a televisão e os meios tecnológicos de comunicação. Um exemplo popular brasileiro, é o “Plin Plin” da emissora de televisão, a Rede Globo. Mesmo se estivermos longe da tv, iremos imediatamente fazer uma associação, e de ouvido, já descobriremos que emissora a tv está sintonizada. Isso também acontece com os vendedores de gás para cozinha. Através de uma música do compositor romântico Beethoven, a maior empresa de distribuição de gás, tem um poder chamativo aos clientes sem ao menos mencionar sua presença. A música, áudio marca, por sua vez, “Pour Elise”, tem um poder de associação, sinalizar e remete aos seus compradores.

            A necessidade do público estar querendo exclusividade e, dessa maneira, buscando novas tecnologias personalizadas, leva o crescimento tecnológico comunicativo ir além de seus horizontes, ampliando caminhos da linguagem sonora, isto é, os que produzem se vêem na necessidade de um maior aparato tecnológico para suprir a demanda da população. Toques de celulares, formados MIDI, MP3, já fazem parte de aparelhos domésticos que invadem o mundo em uma velocidade de espaço/tempo inestimável.

            No entanto, por trás desse meio de comunicação, fica certo entrar em consideração à analise dos elementos cotidianos na linguagem sonora, sejam elas; elementos formais, tonais, a cor, a montagem, o ritmo etc. Perguntemos; “como diferentes mídias atuam na formação das cenas musicais no contexto urbano contemporâneo?”.

A valrização cultural no ramo da musica, se confirma na infância em estudos científicos. Devemos sim tratar a música como ciência, estética; assim sendo ela uma forma de comunicação nos primórdios da humanidade. Um simples toque de um tambor, pode obter diferentes significados para diferentes tribos indígenas e para seus rituais. Dessa forma, o desenvolvimento cerebral humano se difere claramente do ser animal, no entanto, podemos fazer uma análise comparativa entre ambos sistemas de comunicação sonora e visual.

Tudo gira em torno e significado simbólicos que, nunca terão mesma interpretação. Hoje quem tem a linguagem, tem poder. É o que afirma os estudiosos. A música pode ter um poder absoluto no sentido de comunicação, ou seja, podemos através dela, mostrar nossas idéias, sensações, medos e até mesmo tristezas. Nesse caso, melhor antes pensarmos em nossas composições, antes de fazermos rimas estúpidas para apenas cair na graça da massa da população ignorante que se diz “música” a ritmos apelativos e nefastos ao ouvido humano. É necessário ter mais respeito à vida humana.

           

 

           

 

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